domingo, 9 de novembro de 2008
Nós estudantes do curso de pedagogia, desenvolvemos uma pesquisa na área da saúde.
Com intuito de entender e esclarecer informações sobre a situação da mortalidade Infantil nos países da América da Latina.
Baseando-se em dados vamos relatar historicamente a situação da saúde no Brasil, focando-as em particular a Mortalidade Infantil.
Destacando as principais causas e os métodos de prevenção.
Nossa experiência no processo de busca de informações, sobre o tema foi enriquecedor, pois como futuras educadoras é importante compreender como conviver com essa dura realidade.
A principio não tivemos dúvidas na escolha do tema. O campo de pesquisa ampliou o nosso olhar em relação às crianças e as suas necessidades, nos aspectos sócio-econômicos. Incentivados pelo assunto abordado, visitamos o Memorial da América Latina, cujo espaço localizado no Estado de São Paulo é fonte de informações sobre os nossos irmãos latinos.
Carla e Rafaela
sábado, 8 de novembro de 2008
Entre 1880 e 1914, as grandes potências capitalistas dividiram entre si a maior parte das terras do planeta. Os portugueses, espanhóis, franceses e ingleses foram os protagonistas do processo de expansão colonial na América Latina.
A expansão inclui fatores econômicos, políticos e culturais.
A AMÉRICA LATINA NO MUNDO GLOBALIZADO
SITUAÇÃO DE DESIGUALDADE SOCIAL
imigração
crescimento populacional
crescimento industrial
investimento interno divida externa.
A população nas regiões da América Central é de 52 milhões de habitantes, sendo menor que a da América do Sul com 260 milhões de habitantes.
O crescimento populacional veio acompanhado do crescimento das cidades, os principais fatores do crescimento populacional foram a melhoria na alimentação, os avanços da medicina e a industrialização.
A melhoria na alimentação: Foi possivél graças a expansão mundial das áreas agrícolas.
Os avanços na área médica: A instalação de hospitais, de maternidades, políticas sanitárias de combate à doenças graves.
A industrialização: Foi o principal fator para o crescimento populacional. A mecanização da agricultura e o uso de fertilizantes permitiram a ampliação da produtividade do solo, enquanto a expanção das indústrias ofereceu uma nova fonte de sustento para população.
O crescimento populacional nas Américas deveu-se principalmente à entrada de imigrantes europeus. A maioria dos imigrantes era formada por, homens jovens de origens da zona rural e sem qualificação profissional.
Eles sairam de seus países motivados pela falta de trabalho, pela mecanização da agricultura e pelos longos períodos de seca.
Os gestos em políticas sociais foram reduzidos drasticamente pensando somente em uma visão capitalista.
A divisão desigual de renda tem sido da seguinte maneira:
OS SALÁRIOS dos trabalhadores mais qualificados chegam a ser trinta vezes mais alto que os recebidos pelos trabalhadores de baixa qualificação.
A diferença entre os ganhos das empresas e os salários dos trabalhadores é ainda maior.
Não há interesse político para que o problema seja solucionado. De acordo com PNDU a desigualdade na América Latina avança com grande difículdade de diminuir a pobreza.
De acordo com o relatório do BANCO MUNDIAL de 2004, 128 milhões de pessoas da América Latina sobrevivem com menos de dois dólares por dia.
A AMÉRICA LATIN
A é a região mais desigual do mundo, o número de pobre na região aumentou de 110 milhões para 226 milhões no período de 1960 á 2005, o que representa 44% da população total da região.
A crise da dívida externa constitui dos ajustes aplicados ao longo da década de 70.
O novo modelo significou restrições aos aumentos saláriais, reduções indiscriminadas dos gastos públicos e abertura ao comércio exterior.
As pessoas não passam fome porque há falta de terras ou excesso populacional, vários fatores podem ser apontados como responsáveis pela fome.
Como por exemplo o desemprego e a divisão desigual de renda.
Mais de 13 milhões de pessoas morrem na América Latina vítima de doenças que não são adequadamente tratadas.

Sistema de saúde
A falta de um modelo sanitário para o país deixam as cidades brasileiras a mercê das epdemias.
Saúde pública
*Em 1930, foi criado o Ministério da Educação e Saúde Pública. Destinado a orientar a assistência sanitária hospitalar.
*Em 1970, criou-se SUCAM (Superintendência de Campanhas da Saúde Pública ),com a atribuição de executar atividades de erradiação e controle de epdemias.
*Em 1975, foi instituido no papel o Sistema Nacional de Saúde, o memo contava com recursos garantidos através da contribuição dos trabalhadores para o INPS.
*Em 1976, inicou-se o PIASS ( Programa de Interiorização das Ações de Saúde e Saneamento), o que resultou numa grande expanção de rede ambulatorial pública.
*Em 1981, na tentativa de conter custos e combater fraudes, o governo criou CONASP (Conselho Consultivo de Administração da Saúde Previdênciaria), ligado ao INAMPS (Instituto Nacional de Assitência Médica de Previdência Social).
*Em 1983, foi criado a AIS (Ações Integradas de Saúde), um projeto internacional: Previdência-Saúde-Educação.
A constituinte de 1988 no capítulo VIII da Ordem Social e na Secção II referente à saúde define no artigo196 que: "À saúde é direito de todos e dever do estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação."
O nascimento do SUS ( sistema único de saúde) foi definido em 1988.
O SUS é definido pelo artigo 198 do seguinte modo:
I- Descentralização, com direção única em cada esfera de governo;
II- Atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assitênciais;
III- Participação da comunidade.
apesar do SUS ter sido defin ido pela contituição em 1988, ele somente foi regulamento em 19 de setembro de 1990, através da LEI 8080. Esta LEI define o modelo operacional do SUS, propondo a sua forma de Organização e de funcionamento.
MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE: José Gomes Temporão.
Além do social
A pobreza e a falta de acompanhamento médico não são fatores isolados para ocasionar a mortalidade infantil.
A maioria das famílias afetadas vivem em pequenas cidades, principalmente em regiões rurais, em alguns países a falta de informações é muito grande.
Mais grave ainda é se a maioria dos países latinos americanos não aumentaraem os esforços, não conseguirão cumprir metas de diminuir a pobreza!
FONTE: Cervo memorial da América Latina
Livro Nossa América
Edição n° 1 ano 1993
Págs; 40 à 53
106 à 116
Autores: Augusto Bastos, Augusto de Campos, Anibal Quijano, Haroldo de Campos, Ivan Ângelo, Mauren Bisilliat, Octavio Paz.
Manual mais saúde (SUS)
*LEI 8080/90
Pesquisas no google
*Histórias das politicas de saúde no brasil
Autor: Marcos Vinicius poligno.
*http//pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica latina
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Causas
A má distribuição de renda é um fator que reflete em toda sociedade, e fica fácil percebermos isto no nosso dia-a-dia.
- Por exemplo, crianças que morrem até 28 dias de vida:
1- Mortalidade infantil causada por má assistência ao pré-natal e ao parto: ocorre por falta de pré-natal adequado, má assistência ao parto, demora ao atendimento, falta de vagas em hospitais, ausência de pessoal capacitado para o atendimento do recém-nascido.
2- Crianças que nascem com baixo peso (menos de 2.500g) e morrem. Normalmente são nascidas de mães fumantes, alcoólatras, usuárias de droga, ou tiveram graves problemas de saúde durante a gestação, ou não se alimentaram direito durante a gestação e ficaram gravemente desnutridas.
3-Uma das causas, também é destinada a crianças que nascem com má formação congênita (proveniente de problemas gestacionais, algumas vezes produzidos por doenças infecciosas das mães), má formação genética, prematuros e / ou nascidas de portadoras de HIV positivo (mães com AIDS), não tratadas.
Crianças que morrem entre 28 dias e 1 ano de vida:
1–São crianças que sobreviveram aos primeiros 27 dias de vida e morreram posteriormente em conseqüência de doenças (patológicas) anteriores.
2-Crianças que não foram amamentadas, ou sofreram desmame precoce.
3-Crianças que não receberam as vacinas adequadas, desnutridas e que por conseqüência correm maior risco de apresentar infecções.
4-Crianças com problemas respiratórios, pouco ou nenhum acesso á tratamento ou remédio.
5-Crianças com diarréia, que normalmente são adquiridas por infecções transmitidas pela água, lixo ou falta de saneamento básico.
- Crianças que morrem por causas não definidas, violência e acidentes:
Atualmente, muitas crianças morrem em decorrência de maus tratos, acidentes domésticos e de transito, além de outras violências.






quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Prevenções
As diarréias dividem-se em agudas e crônicas. As diarréias agudas têm um início súbito e evolução rápida que oscilam entre uma a duas semanas. Habitualmente estas diarréias são benignas e auto-limitadas, isto é, não são precisos medicamentos para a sua resolução desaparecendo apenas com tratamento sintomático, ou seja, com medicamentos para a hidratação. As diarréias crônicas são persistentes e duram semanas ou meses, necessitando-se de exames complementares de diagnóstico para identificar rigorosamente a sua causa. As doenças inflamatórias intestinais, os tumores ou algumas infecções podem estar na sua origem.



Todos nós temos em média 60% de nosso peso corporal formado por água. Essa porcentagem pode variar para mais ou menos, conforme a quantidade de gordura em nosso corpo. Assim, as crianças têm 75% do seu peso formado por água, enquanto o idoso tem apenas 53% (para os homens), ou 46% (para as mulheres), em média. Ou seja, quanto maior a quantidade de gordura no corpo, menor a quantidade de água. Esse fato é importante porque, no caso das crianças, qualquer perda de água no corpo vai afetar profundamente seu peso e seu metabolismo. Como as crianças se desidratam (perdem água) mais facilmente, é preciso estar sempre alerta para evitar esse problema.
Normalmente, perdemos em média 2,5 litros de água por dia, seja pela urina, fezes, suor ou até mesmo pela respiração. Para haver um equilíbrio constante, é preciso ingerir o mesmo volume de líquidos, todos os dias.
Normalmente, quando a criança está desidratada, o principal sintoma é a sede. Além disso, a criança apresenta as mucosas secas, o que pode ser constatado através da boca sem saliva.
Também os olhos ficam ressecados e fundos. A pele se torna mais seca e forma "pregas"quando pinçada. Na criança bem pequena, que ainda tem a "moleira" aberta, nota-se que ela está deprimida. Quando a desidratação é leve, basta apenas o tratamento oral, com a reposição de líquidos através da ingestão de soro. Quando a desidratação se torna intensa, porém, é necessário dar soro por via sangüínea, e só suspender quando o grau de hidratação estiver estabilizado.
PREVENÇÃO
Como regra geral, o que se deve fazer para evitar a desidratação é:
Dar líquidos várias vezes ao dia, conforme a aceitação da criança.
Conservar os alimentos perecíveis sempre na geladeira, e observar bem a data de validade dos mesmos.
Lavar bem as mãos antes de preparar qualquer alimento.
Lavar bem frutas e vegetais antes de dar para as crianças (e para os adultos também, claro).
Vestir roupas leves, de preferência de algodão. Evitar roupas com poliéster ou fibras intéticas que impedem a transpiração normal.
Manter as crianças em ambientes bem ventilados, e evitar banhos de sol nos horários em que a radiação está mais forte (entre as 10:00 e as 14:00 horas).
Como se pode descobrir que uma criança está com pneumonia?
No outono e inverno, quando a temperatura começa a baixar, nossas crianças sofrem com as doenças respiratórias. Por esse motivo, é preciso que todos os líderes da Pastoral da Criança estejam preparados para orientar as famílias sobre os cuidados que ajudam a prevenir essas doenças. É preciso também ensinar as mães a identificar os sinais e sintomas da pneumonia, para que possam levar seus filhos ao serviço de saúde ao primeiro sinal da doença. Dessa forma, as crianças com pneumonia recebem o tratamento correto o mais cedo possível.
Como prevenir as doenças respiratórias?
A pobreza, as condições precárias de moradia e saneamento, a alimentação deficiente e as dificuldades de acesso aos serviços de saúde são situações que colocam em risco a vida das famílias.
Com as gestante: As gestantes devem ser orientadas aos cuidados com a alimentação, h
igiene, bons hábitos de vida, identifica situações de risco e encaminha ao pré-natal e ao grupo de gestante. Esses cuidados ajudam a prevenir doenças nas gestantes e fazem com que os bebês nasçam com saúde.
Com as crianças – Visitas periódicas ao pediatra mostrar aos pais o quanto eles são importantes para o desenvolvimento de seus filhos. O aleitamento materno, vacinação, alimentação, higiene, prevenção de acidentes e educação são cuidados básicos para que as crianças cresçam saudáveis.
Por que ainda tantas crianças morrem devido a pneumonia?
No Brasil, muitas crianças ainda morrem devido a pneumonia. Isso acontece por vários fatores: as pessoas da família não sabem reconhecer os sinais e sintomas da doença; como moram longe, demoram a chegar ao serviço de saúde e ainda existe falta de medicamentos ou de profissionais para atender as crianças doentes. Nos municípios menores faltam serviços especializados para atender os casos mais graves.
Por que as crianças devem tomar Vacinas
POR DENTRO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO
O bebê precisa de muitas vacinas no primeiro ano de vida porque seu sistema imunológico ainda é imaturo. O arcabouço está lá, mas é necessário entrar em contato com as agressões externas para produzir os anticorpos que combaterão os microorganismos nocivos à saúde. As vacinas são a maneira segura de promover esse contato. “Alguns componentes da imunidade começam a funcionar ainda na barriga da mãe, enquanto outros vão amadurecendo de acordo com o crescimento da criança. Isso explica porque a incidência de doenças graves, como meningite e pneumonia, é maior entre os recém-nascidos ”, informa a pediatra Mônica Levi, da Clínica Especializada em Doenças Infecciosas Parasitárias e Imunizações (Cedipi), em São Paulo. Não há como determinar quando o sistema imunológico da criança vai estar maduro. “Alguns anticorpos são produzidos em quantidades semelhantes às de um adulto por volta dos 2 anos de idade, outros levam mais de seis anos para atingir os mesmos níveis.” Fatores genéticos e nutricionais também interferem. O leite materno, por exemplo, é fundamental para suprir as deficiências de anticorpos do nenê nos primeiros meses.
Vacinas que o bebê deve tomar no seu primeiro ano de vida
AO NASCER BCG-ID Hepatite B (1)Dose Única 1ª DoseFormas graves de Tuberculose Hepatite B
1º mês Hepatite B 2ª Dose Hepatite B
2º mês VOP ( Pólio) Tetravalente (DTP+Hib) 1ª Dose 1ª Dose Poliomielite ou paralisia infantil Difteria, tétano, coqueluche, meningite
4º mês VOP (Oral) ( Pólio) Tetravalente (DTP+Hib) 2ª Dose /Poliomielite ou paralisia infantil Difteria, tétano, coqueluche, meningite
6º mês VOP (Oral) ( Pólio) Tetravalente (DTP+Hib) Hepatite B / 3ª Dose Poliomielite ou paralisia infantil Difteria, tétano, coqueluche, meningite
Hepatite B
9º mês Febre Amarela Dose única Febre Amarela
12º mês SRC (Tríplice Viral) Dose única Sarampo, Rubéola e caxumba
A importância do Leite Materno
O leite materno contém as propriedades alimentícias que um bebê necessita nos seus primeiros meses de vida. É recomendado que o amamente até os dois aninhos de idade.Esse l
eite fornece à criança toda a sustança que ela precisa para o crescimento.
Esse processo só pode ser interrompido se um especialista tiver recomendado um outro alimento que sustente o pequeno. Os primeiros momentos da vida de um ser humano é todo o alicerce para uma vida futura.
A importância do leite materno é que ele enriquece o bebê para suas atividades futuras e seu total desenvolvimento. A vida de um filho está nas mãos e na amamentação de uma mãe.







