As diarréias dividem-se em agudas e crônicas. As diarréias agudas têm um início súbito e evolução rápida que oscilam entre uma a duas semanas. Habitualmente estas diarréias são benignas e auto-limitadas, isto é, não são precisos medicamentos para a sua resolução desaparecendo apenas com tratamento sintomático, ou seja, com medicamentos para a hidratação. As diarréias crônicas são persistentes e duram semanas ou meses, necessitando-se de exames complementares de diagnóstico para identificar rigorosamente a sua causa. As doenças inflamatórias intestinais, os tumores ou algumas infecções podem estar na sua origem.



Todos nós temos em média 60% de nosso peso corporal formado por água. Essa porcentagem pode variar para mais ou menos, conforme a quantidade de gordura em nosso corpo. Assim, as crianças têm 75% do seu peso formado por água, enquanto o idoso tem apenas 53% (para os homens), ou 46% (para as mulheres), em média. Ou seja, quanto maior a quantidade de gordura no corpo, menor a quantidade de água. Esse fato é importante porque, no caso das crianças, qualquer perda de água no corpo vai afetar profundamente seu peso e seu metabolismo. Como as crianças se desidratam (perdem água) mais facilmente, é preciso estar sempre alerta para evitar esse problema.
Normalmente, perdemos em média 2,5 litros de água por dia, seja pela urina, fezes, suor ou até mesmo pela respiração. Para haver um equilíbrio constante, é preciso ingerir o mesmo volume de líquidos, todos os dias.
Normalmente, quando a criança está desidratada, o principal sintoma é a sede. Além disso, a criança apresenta as mucosas secas, o que pode ser constatado através da boca sem saliva.
Também os olhos ficam ressecados e fundos. A pele se torna mais seca e forma "pregas"quando pinçada. Na criança bem pequena, que ainda tem a "moleira" aberta, nota-se que ela está deprimida. Quando a desidratação é leve, basta apenas o tratamento oral, com a reposição de líquidos através da ingestão de soro. Quando a desidratação se torna intensa, porém, é necessário dar soro por via sangüínea, e só suspender quando o grau de hidratação estiver estabilizado.
PREVENÇÃO
Como regra geral, o que se deve fazer para evitar a desidratação é:
Dar líquidos várias vezes ao dia, conforme a aceitação da criança.
Conservar os alimentos perecíveis sempre na geladeira, e observar bem a data de validade dos mesmos.
Lavar bem as mãos antes de preparar qualquer alimento.
Lavar bem frutas e vegetais antes de dar para as crianças (e para os adultos também, claro).
Vestir roupas leves, de preferência de algodão. Evitar roupas com poliéster ou fibras intéticas que impedem a transpiração normal.
Manter as crianças em ambientes bem ventilados, e evitar banhos de sol nos horários em que a radiação está mais forte (entre as 10:00 e as 14:00 horas).
Como se pode descobrir que uma criança está com pneumonia?
No outono e inverno, quando a temperatura começa a baixar, nossas crianças sofrem com as doenças respiratórias. Por esse motivo, é preciso que todos os líderes da Pastoral da Criança estejam preparados para orientar as famílias sobre os cuidados que ajudam a prevenir essas doenças. É preciso também ensinar as mães a identificar os sinais e sintomas da pneumonia, para que possam levar seus filhos ao serviço de saúde ao primeiro sinal da doença. Dessa forma, as crianças com pneumonia recebem o tratamento correto o mais cedo possível.
Como prevenir as doenças respiratórias?
A pobreza, as condições precárias de moradia e saneamento, a alimentação deficiente e as dificuldades de acesso aos serviços de saúde são situações que colocam em risco a vida das famílias.
Com as gestante: As gestantes devem ser orientadas aos cuidados com a alimentação, h
igiene, bons hábitos de vida, identifica situações de risco e encaminha ao pré-natal e ao grupo de gestante. Esses cuidados ajudam a prevenir doenças nas gestantes e fazem com que os bebês nasçam com saúde.
Com as crianças – Visitas periódicas ao pediatra mostrar aos pais o quanto eles são importantes para o desenvolvimento de seus filhos. O aleitamento materno, vacinação, alimentação, higiene, prevenção de acidentes e educação são cuidados básicos para que as crianças cresçam saudáveis.
Por que ainda tantas crianças morrem devido a pneumonia?
No Brasil, muitas crianças ainda morrem devido a pneumonia. Isso acontece por vários fatores: as pessoas da família não sabem reconhecer os sinais e sintomas da doença; como moram longe, demoram a chegar ao serviço de saúde e ainda existe falta de medicamentos ou de profissionais para atender as crianças doentes. Nos municípios menores faltam serviços especializados para atender os casos mais graves.
Por que as crianças devem tomar Vacinas
POR DENTRO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO
O bebê precisa de muitas vacinas no primeiro ano de vida porque seu sistema imunológico ainda é imaturo. O arcabouço está lá, mas é necessário entrar em contato com as agressões externas para produzir os anticorpos que combaterão os microorganismos nocivos à saúde. As vacinas são a maneira segura de promover esse contato. “Alguns componentes da imunidade começam a funcionar ainda na barriga da mãe, enquanto outros vão amadurecendo de acordo com o crescimento da criança. Isso explica porque a incidência de doenças graves, como meningite e pneumonia, é maior entre os recém-nascidos ”, informa a pediatra Mônica Levi, da Clínica Especializada em Doenças Infecciosas Parasitárias e Imunizações (Cedipi), em São Paulo. Não há como determinar quando o sistema imunológico da criança vai estar maduro. “Alguns anticorpos são produzidos em quantidades semelhantes às de um adulto por volta dos 2 anos de idade, outros levam mais de seis anos para atingir os mesmos níveis.” Fatores genéticos e nutricionais também interferem. O leite materno, por exemplo, é fundamental para suprir as deficiências de anticorpos do nenê nos primeiros meses.
Vacinas que o bebê deve tomar no seu primeiro ano de vida
AO NASCER BCG-ID Hepatite B (1)Dose Única 1ª DoseFormas graves de Tuberculose Hepatite B
1º mês Hepatite B 2ª Dose Hepatite B
2º mês VOP ( Pólio) Tetravalente (DTP+Hib) 1ª Dose 1ª Dose Poliomielite ou paralisia infantil Difteria, tétano, coqueluche, meningite
4º mês VOP (Oral) ( Pólio) Tetravalente (DTP+Hib) 2ª Dose /Poliomielite ou paralisia infantil Difteria, tétano, coqueluche, meningite
6º mês VOP (Oral) ( Pólio) Tetravalente (DTP+Hib) Hepatite B / 3ª Dose Poliomielite ou paralisia infantil Difteria, tétano, coqueluche, meningite
Hepatite B
9º mês Febre Amarela Dose única Febre Amarela
12º mês SRC (Tríplice Viral) Dose única Sarampo, Rubéola e caxumba
A importância do Leite Materno
O leite materno contém as propriedades alimentícias que um bebê necessita nos seus primeiros meses de vida. É recomendado que o amamente até os dois aninhos de idade.Esse l
eite fornece à criança toda a sustança que ela precisa para o crescimento.
Esse processo só pode ser interrompido se um especialista tiver recomendado um outro alimento que sustente o pequeno. Os primeiros momentos da vida de um ser humano é todo o alicerce para uma vida futura.
A importância do leite materno é que ele enriquece o bebê para suas atividades futuras e seu total desenvolvimento. A vida de um filho está nas mãos e na amamentação de uma mãe.
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